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cClassTrib no Protheus: como atualizar a tabela do Informe Técnico 2025.002 v1.60

A v1.60 do Informe Técnico 2025.002 vigora desde 10 de julho e encerrou os códigos do CST 220. Veja como atualizar a tabela cClassTrib no Configurador de Tributos do Protheus antes de 3 de agosto.

Por WeePulse
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CategoriasFiscalProtheus

Se o seu TOTVS Protheus importou a tabela cClassTrib no começo do ano e ninguém mexeu nela desde então, ela está velha. Em 23 de junho de 2026 saiu o Informe Técnico 2025.002 v1.60, que atualizou as tabelas de Classificação Tributária do IBS e da CBS (cClassTrib) e de Crédito Presumido (cCredPres). Desde 10 de julho de 2026, os serviços autorizadores operam com essa versão, e o Portal da NF-e já classifica a tabela anterior, publicada em 15 de abril, como “Vigência expirada”.

A v1.60 fez duas coisas que quebram operação: encerrou a vigência dos códigos do CST 220 (220001, 220002 e 220003) e criou cinco códigos novos (410036, 410037, 550024, 550025 e 620007). Quem envia nota com um código que não existe mais na tabela do fisco recebe rejeição na hora. E quem ainda não envia o grupo de IBS e CBS tem um prazo curto: em 3 de agosto de 2026 o preenchimento passa a ser obrigatório em produção.

Este guia é para quem opera o Protheus e precisa resolver isso: como saber se a sua tabela está desatualizada, como reimportá-la no Configurador de Tributos (FISA170), e por que o Protheus, sozinho, não avisa que um código morreu.

O que mudou no Informe Técnico 2025.002 v1.60

O Informe Técnico foi publicado pelo Portal Nacional da NF-e, com a coordenação técnica do ENCAT, e traz na própria tabela de controle de versões o prazo de 10 de julho de 2026, valendo tanto para homologação quanto para produção.

O que mudouDetalhe
5 códigos criados410036 (descontos incondicionais), 410037 (importação de bens materiais sem incidência de IBS e CBS), 550024 e 550025 (Renaval, art. 107, II e III), 620007 (perecimento, deterioração, roubo, furto ou extravio no regime monofásico)
3 códigos encerrados220001, 220002 e 220003, todos do CST 220, que ganharam data de fim de vigência
Inclusões no CST 221221002, 221003 e 221004
Crédito presumidoCriada a coluna pRedTransicaoIBS, o percentual de redução no período de transição do IBS

Os cinco códigos novos entraram com início de vigência em 1º de janeiro de 2026, ou seja, valem retroativamente para toda a transição, e não apenas de junho em diante.

Vale um esclarecimento que evita interpretação errada. O Informe Técnico é endereçado aos serviços autorizadores e diz, com todas as letras, que serve para divulgar a atualização de tabelas usadas pelo serviço de autorização, “não significando obrigatoriamente a necessidade de alteração no Sistema de Computação das Empresas”. Ninguém autuou você em 10 de julho. O efeito, porém, é direto: a partir daquela data a SEFAZ valida contra a v1.60, e se o seu Protheus discorda da tabela dela, quem perde a discussão é a sua nota.

10 de julho e 3 de agosto: o que muda em cada data

São duas datas diferentes, com consequências diferentes: 10 de julho trocou a tabela nos autorizadores, e 3 de agosto torna o preenchimento dos campos obrigatório em produção. Boa parte da confusão do momento vem de tratar as duas como se fossem o mesmo prazo.

DataO que éQuem sente
10 de julho de 2026A tabela da v1.60 passa a valer nos autorizadores. A versão de 15 de abril vira “Vigência expirada”Quem envia o grupo de IBS e CBS com código velho: rejeita agora
3 de agosto de 2026O preenchimento dos campos de IBS e CBS passa a ser obrigatório em produçãoRegime Normal (CRT 3): sem o grupo, a nota não é autorizada. Simples e MEI (CRT 1, 2 e 4) têm prazo próprio

A regra que explica isso está na própria Nota Técnica 2025.002: as regras de validação são aplicadas exclusivamente nos documentos que contenham o preenchimento dos campos de IBS, CBS e IS. Se os campos não vêm preenchidos, as validações específicas não são executadas.

Traduzindo para a sua operação, existem três situações hoje:

  • Você não envia o grupo de IBS e CBS. A nota passa. Isso acaba em 3 de agosto.
  • Você envia o grupo com a tabela de abril. A nota já pode estar sendo rejeitada, principalmente se a operação usa CST 220.
  • Você importou a tabela em janeiro e nunca mais. Está com códigos encerrados no cadastro e sem os cinco novos.

Se o seu problema agora é o prazo de agosto e quais campos precisam ir na nota, o assunto é outro e está detalhado no guia sobre os campos de IBS e CBS obrigatórios na NF-e. Aqui o foco é o conteúdo da tabela e como atualizá-la.

Como saber se a sua tabela cClassTrib está desatualizada

Três verificações rápidas, na ordem em que fazem sentido:

  1. Descubra de qual arquivo veio a sua última carga. A tabela vigente é a publicada em 23 de junho de 2026, disponível no Portal da NF-e em Documentos, opção Diversos. Se a sua importação usou a planilha de 15 de abril, ela está expirada. O Protheus não guarda essa data, então a resposta costuma estar com quem fez a carga, e é por isso que os dois próximos checks são mais confiáveis.
  2. Procure o código 220001 no cadastro. Se ele ainda está lá, disponível para uso, a sua tabela é anterior à v1.60.
  3. Procure o código 410036. Se não existe, os códigos novos não entraram.

São checagens de dois minutos que respondem se você tem ou não um problema para resolver antes de 3 de agosto.

Como atualizar a tabela cClassTrib no Protheus (Configurador de Tributos, FISA170)

O caminho é documentado pela TOTVS e não tem mistério, mas tem pré-requisitos que derrubam a importação se forem ignorados. Todo o processo acontece dentro do Configurador de Tributos, a rotina FISA170.

Antes de importar: release e UPDDISTR

A importação da tabela cClassTrib é suportada a partir da release 12.1.2410. Se a sua base está numa release anterior, o caminho é planejar a atualização para a 12.1.2410 antes de qualquer coisa.

A orientação da TOTVS é clara na ordem: primeiro atualizar o ambiente, porque sem isso a importação nem aparece, e depois aplicar o UPDDISTR. Há também um pacote de patch e nfesefaz liberado em 1º de julho de 2026 para as releases em suporte. Ele não é um pacote específico do IT v1.60, mas vale conferir com o seu time ou com o seu parceiro se já foi aplicado.

O arquivo precisa ser CSV, com quatro colunas exatas

Aqui mora a causa mais comum de “a importação não funciona”. A rotina processa somente arquivo .CSV, então a planilha baixada do portal precisa ser convertida. E a validação exige a presença destes campos, exatamente com estes nomes:

  • CST-IBS/CBS
  • Descrição CST-IBS/CBS
  • cClassTrib
  • Descrição cClassTrib

Faltando qualquer um deles, o Protheus exibe alerta e não importa nada.

Onde importar e o que vem depois

O caminho é FISA170, pasta Regras Fiscais, Cadastros, Tabela cClassTrib-IBS/CBS. Depois de importar, o passo seguinte é criar as Regras de Escrituração conforme a sua operação, assunto que tratamos no guia de regras de escrituração no Configurador de Tributos. Importar a tabela não classifica os seus produtos: ela apenas disponibiliza os códigos válidos para que a sua equipe fiscal os associe às operações.

Uma observação que a própria TOTVS faz e quase todo mundo ignora: “a tabela terá atualizações, portanto sempre acompanhe os comunicados na nfe.fazenda”. Ou seja, isso não é uma carga única. É manutenção.

O ponto cego: o Protheus não importa a vigência do código

A importação do FISA170 processa quatro colunas, e a vigência do código não está entre elas. Por isso o Protheus aceita no cadastro um cClassTrib que já foi encerrado, e a rejeição só aparece na SEFAZ. É o detalhe que explica boa parte das surpresas, e ele não está escrito em praticamente lugar nenhum.

A tabela oficial publicada pelo fisco traz, para cada código, as colunas dIniVig e dFimVig, o início e o fim da vigência. Foi assim que o 220001 foi encerrado: ele continua na planilha, mas com data de fim preenchida. Só que a importação do FISA170 processa quatro colunas, e a vigência não está entre elas.

O resultado prático é desconfortável. O Protheus não sabe que o 220001 morreu. Ele aceita o código no cadastro, monta o XML com ele e transmite normalmente. A rejeição só aparece do outro lado, na SEFAZ. Do ponto de vista de quem opera, o sistema “não reclamou de nada” e a nota voltou barrada, o que faz o time procurar o problema no lugar errado.

Por isso a conferência de quais códigos a sua operação usa, e se eles continuam vigentes, é uma tarefa humana, de calendário, e não algo que o ERP resolve sozinho.

MV_CSTGXML e o CST 220: a armadilha do padrão

Existe um parâmetro no Protheus que define para quais CST o grupo <gIBSCBS> é gerado no XML: o MV_CSTGXML. Por padrão, ele vem preenchido com os CST 000, 200, 210, 220, 510, 550 e 830.

Reparou no problema? O padrão inclui o CST 220, e a v1.60 encerrou todos os cClassTrib do CST 220. Quem tem operação nesse CST e está com o parâmetro no valor padrão gera o grupo de IBS e CBS com uma classificação encerrada, o que é candidato natural à rejeição 1023. É uma combinação silenciosa: nada no sistema indica conflito, e a nota simplesmente não passa.

Se a sua operação usa CST 220, essa é a primeira coisa a olhar.

E o cCredPres, o crédito presumido que quase ninguém parametrizou

A tabela cCredPres é a irmã esquecida da cClassTrib. Ela define os códigos das hipóteses legais de crédito presumido de IBS e CBS previstas na LC 214/2025, e tem 13 códigos (conforme a tabela vigente em julho de 2026). Não é para todo mundo: ela atende situações setoriais como aquisição de produtor rural não contribuinte, serviço de transporte de TAC pessoa física, aquisição de pessoa física para reciclagem, revenda de bens usados e o regime opcional de cooperativas.

Se a sua empresa está em um desses cenários, dois pontos merecem atenção. O primeiro é que a v1.60 criou a coluna pRedTransicaoIBS nessa tabela. O segundo é que crédito presumido não é só cadastro: quando o indicador de dedução está ativo, o valor subtrai o imposto do item, e o cálculo do IBS passa a ser validado contra esse desconto. Errar aqui não gera só uma rejeição de código inexistente (a 1055), gera divergência de valor.

O parâmetro do TSS que segura tudo em produção

Vale um alerta sobre o TSS, porque ele responde por uma dúvida clássica: “atualizei tudo, funciona em homologação, mas em produção as tags não vão”.

Além de atualizar o RPO e substituir os schemas, existe o parâmetro MV_NT25002, gravado na tabela SPED000 do TSS. É ele que determina a data de entrada das novas regras em produção. Em homologação as validações novas já se aplicam automaticamente, mas em produção nada acontece até que esse parâmetro esteja com a data correta. Ele pode ser configurado de forma global ou por entidade.

Vale também confirmar a liberação da Nota Técnica em produção na SEFAZ de cada UF em que você emite, o que é especialmente relevante para quem opera em vários estados.

Minha NF-e já foi rejeitada. O que conferir agora

Se a nota está voltando, o código da rejeição diz onde olhar. Estas são as rejeições ligadas à classificação tributária de IBS e CBS:

RejeiçãoO que significaPor onde começar
1020CST do IBS/CBS informado inexistenteO CST usado na operação não existe na tabela vigente
1023Classificação Tributária do IBS/CBS informada inexistenteTabela desatualizada ou código encerrado, como os do CST 220
1024cClassTrib incompatível com o CST informadoOs três primeiros dígitos do cClassTrib têm que ser iguais ao CST
1025cClassTrib não permitido neste modelo de DFeO código não vale para NF-e ou para NFC-e, conforme os indicadores da tabela
1055Código de Crédito Presumido (cCredPres) inexistenteTabela de crédito presumido desatualizada
1202cClassTrib incompatível com a finalidade da nota ou com o tipo de Nota de Débito ou CréditoAinda não rejeita: entra em produção em 3 de agosto de 2026

A 1024 é a mais barata de diagnosticar e uma das mais frequentes: como os três primeiros dígitos do cClassTrib repetem o CST, enviar CST 200 com um cClassTrib 410xxx é contradição aritmética. Se o seu time já convive com notas barradas por outros motivos, a lógica de diagnóstico é a mesma descrita no guia de rejeições de NF-e no Protheus, com uma diferença: esta família de códigos é nova e vem da Reforma.

Como não repetir isso na próxima versão

Vale encarar o fato: foram dez versões do mesmo Informe Técnico em treze meses, da v1.00 em maio de 2025 até a v1.60 em junho de 2026, e ela não vai ser a última. Tratar a tabela como carga única é o que produz o susto de agora. Tratar como cadastro vivo é o que evita o próximo.

Na prática, isso significa três combinados simples:

  • Alguém é dono da tabela. Uma pessoa nominalmente responsável por acompanhar as publicações no Portal da NF-e.
  • Existe uma janela de homologação. Toda versão nova é importada e testada em uma base de homologação antes de ir para produção, com emissão de nota de verdade.
  • A conferência de vigência é rotina. Como o Protheus não importa dIniVig e dFimVig, alguém precisa cruzar os códigos usados na operação com os códigos vigentes a cada versão.

Não é trabalho difícil. É trabalho recorrente, que costuma ser o primeiro a cair quando a equipe está apagando incêndio. E aqui a Reforma inteira ajuda a dimensionar o esforço: se você quiser o mapa completo do que muda até 2033, ele está no guia da Reforma Tributária no TOTVS.

Como a WeePulse ajuda

A WeePulse trabalha com TOTVS já em operação. No caso da cClassTrib, isso quer dizer coisas concretas: conferir a versão da tabela no seu FISA170, importar a tabela vigente com o arquivo no formato certo, revisar os códigos encerrados que a sua operação ainda usa (com atenção ao CST 220 e ao MV_CSTGXML), validar a emissão em homologação antes de 3 de agosto e deixar combinada a rotina de manutenção para as próximas versões, sem trocar o seu sistema e sem parar o faturamento. Se a sua equipe está no meio de rejeições agora, ou só quer confirmar que está tudo certo antes do prazo, fale com um especialista.

Perguntas frequentes

O que é o cClassTrib?

É a Classificação Tributária do IBS e da CBS, um código informado no nível do item da nota, dentro do grupo de IBS e CBS. Ele diz objetivamente como aquele item é tributado, e cada código corresponde a um dispositivo específico da LC 214/2025. Os três primeiros dígitos do cClassTrib são idênticos ao CST de IBS e CBS.

O que mudou no Informe Técnico 2025.002 v1.60?

Publicado em 23 de junho de 2026, o IT v1.60 criou cinco códigos (410036, 410037, 550024, 550025 e 620007), encerrou a vigência dos códigos do CST 220 (220001, 220002 e 220003), incluiu códigos no CST 221 e criou a coluna pRedTransicaoIBS na tabela de crédito presumido. A tabela passou a valer nos autorizadores em 10 de julho de 2026.

Preciso reimportar a tabela cClassTrib a cada versão do Informe Técnico?

Sim. A tabela não se atualiza sozinha no Protheus e a própria TOTVS orienta acompanhar as publicações no portal da NF-e, porque a tabela terá atualizações. Cada versão nova exige baixar o arquivo vigente, converter para CSV e importar de novo no Configurador de Tributos.

O que aconteceu com os códigos do CST 220?

Os cClassTrib 220001, 220002 e 220003 tiveram a vigência encerrada pela v1.60. Continuam aparecendo na planilha oficial, mas com data de fim de vigência preenchida. Como a importação do Protheus não traz a coluna de vigência, o sistema continua aceitando esses códigos no cadastro, e a rejeição só aparece na SEFAZ.

Qual release do Protheus é necessária para importar a tabela?

A importação da tabela cClassTrib no Configurador de Tributos é suportada a partir da release 12.1.2410. Antes de importar, é preciso atualizar o ambiente e aplicar o UPDDISTR.

Em qual formato o arquivo da tabela precisa estar?

A rotina processa somente arquivo .CSV, e o arquivo precisa conter os campos CST-IBS/CBS, Descrição CST-IBS/CBS, cClassTrib e Descrição cClassTrib, exatamente com esses nomes. Se faltar algum, a importação não é realizada.

Importei a tabela e a NF-e continua sendo rejeitada. O que pode ser?

As causas mais comuns são o código usado estar encerrado (caso do CST 220), o cClassTrib não bater com o CST nos três primeiros dígitos (rejeição 1024), o código não valer para aquele modelo de documento (rejeição 1025) ou, em produção, o parâmetro MV_NT25002 do TSS não estar com a data configurada. Importar a tabela também não classifica os produtos automaticamente: a associação é feita pela equipe fiscal.

O que é o cCredPres e quem usa?

É a tabela de códigos de crédito presumido de IBS e CBS, com 13 códigos conforme a versão vigente em julho de 2026. Ela atende situações setoriais como aquisição de produtor rural não contribuinte, transporte por TAC pessoa física, reciclagem, revenda de bens usados e cooperativas. Quem não está nessas hipóteses não precisa se preocupar com ela.

A partir de quando o IBS e a CBS são obrigatórios na NF-e?

Em 3 de agosto de 2026 o preenchimento dos campos de IBS e CBS passa a ser obrigatório em produção para empresas do Regime Normal (CRT 3). Os prazos e o que precisa ir na nota estão detalhados no guia sobre os campos de IBS e CBS obrigatórios na NF-e.

Fontes oficiais

  • Informe Técnico 2025.002 v1.60 e as tabelas de Classificação Tributária e de Crédito Presumido: Portal Nacional da NF-e, seção Documentos, opção Diversos (nfe.fazenda.gov.br).
  • Nota Técnica 2025.002 v1.50: regras de validação, mensagens de rejeição e cronograma (Portal da NF-e).
  • TOTVS: informe sobre a atualização das tabelas cClassTrib e crédito presumido (blog fiscal TOTVS) e o passo a passo de importação no Configurador de Tributos (Central de Atendimento TOTVS).
  • Tabelas online: consulta interativa da Classificação Tributária e do Crédito Presumido no portal DF-e da SVRS.
  • LC 214/2025: dispositivos aos quais os códigos de cClassTrib e cCredPres se referem (Planalto).

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